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| Infantaria Assíria do Neo-Império |
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| Tiglath-pileser III |
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| Triunfo de Tiglath-pileser III |
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| Tiglath-pileser III |
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| Semí-ramis |
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| Semí-ramis |
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| Semí-ramis |
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| Semí-ramis |
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| Semí-ramis |
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| Semí-ramis e a reconstrução da Babilônia |
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| Semí-ramis |
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| Estátuas de Nimrud |
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| Ruínas de Nimrud |
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| Altar de Tukulti-ninurta I |
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| Busto de Tukulti-ninurta I |
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| Ruínas do Palácio de Nimrud |
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| Ruínas de Nimrud |
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| Braceletes de Ouro de Nimrud |
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| Vista aérea de Nimrud |
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| Colar de Ouro de Nimrud |
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| Peça do tesouro de Nimrud |
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| Relevo Assírio |
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| Ruínas de Nimrud |
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| Arco de Nimrud |
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| Mona Lisa de Nimrud |
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| Relevo Assírio de Nimrud |
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| Ruínas de Nimrud |
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| 08m 23s |
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| Mesopotamia - Parte 01 |
| Arqueologia bíblica |
| 10m 22s |
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| Civilização Assíria - |
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| 07m 44s |
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| Escrita Pictográfica Assíria - |
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| Data de fundação: 1260 a.e.c. |
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A cidade antiga cobria uma área ao redor de 16 milhas quadradas. As ruínas da cidade são encontradas a 30 quilômetros ao sudeste do moderno vilarejo. Os árabes chamaram a cidade de Nimrud por conta de um legendário herói assírio, Nimrod.
Nimrud foi identificada como o local chamado pela bíblia judaico-cristã de Calah ou Kalakh; Foi fundada no século X a.e.c. e teve sua era de ouro quando o rei, Assur-nasirpal II da Assíria, a tornou a capital do império assírio em 879 a.e.c. O rei Construiu um palácio grande e alguns templos no local onde uma cidade mais antiga havia sido erguida. Uma grande cerimônia da abertura da nova capital com festividades e um banquete opulento é descrita em uma estela descoberta em escavações arqueológicas no local.
A cidade, capital do rei Assur-nasirpal II, que continha jardins botânicos e um zoológico, pode ter abrigado em seu apogeu cerca de 100.000 habitantes. A cidade manteve-se em evidência política e comercial até ser destruída e saqueada pelos babilônios de Nabopolassar em 612 a.e.c.
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Arqueologia
As ruínas de Nimrud primeiramente identificadas como sendo da cidade Nínive. Em seu livro Nineveh and Yours Remains “Descobertas em Nínive”, Max Mallowan faz referência a essas ruínas.
As escavações de Mallowan revelaram baixos-relevos, jóias, e esculturas notáveis. Uma estátua de Assur-nasirpal II foi encontrada em um estado excelente de preservação: leões-homens colossais que guardam a entrada do palácio. O grande número de inscrições que tratam do rei Assur-nasirpal II, fornecem mais detalhes sobre o rei e seu reino do que outras fontes sobre outros soberanos do mesmo período. Ruínas no local foram identificadas também como templos a Ninurta, e um edifício atribuído a Nabu, o deus da escrita e das artes, e também como fortificações militares.
Foram encontrados os palácios de Assur-nasirpal II e Salmanassar III. O famoso obelisco preto de Salmanassar III foi descobertos por Layard em 1846. O monumento comemora as campanhas vitoriosas do rei de 859 a 824 a.e.c.
O "tesouro de Nimrud" descoberto nessas escavações é uma coleção maravilhosa composta de 613 jóias de ouro e de pedras preciosas.
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O Tesouro de Nimrud
O tesouro, que possui mais de 2.800 anos de história, foi encontrado em tumbas perto do harém do palácio assírio de Nimrud, às margens do rio Tigre, norte do Iraque. O sítio arqueológico encontra-se perto da atual cidade iraquiana de Mossul e é, praticamente, o único tesouro assírio encontrado com peças intactas, já que a quase totalidade das jóias assírias foi derretida ou roubada ao longo dos séculos.
Antes desta descoberta, a única maneira de se ter uma idéia de como seria a joalheria assíria era através de representações em relevo encontradas em antigas edificações. O tesouro é composto por 613 peças em ouro e prata, entre coroas, elmos, diadema, brincos, colares, amuletos e anéis, além de vasilhames feitos em cristal-de-rocha finamente lapidados e outros feitos em ouro. Várias jóias ainda possuem as gemas empregadas na sua decoração.
O tesouro, encontrado em 1988 pelo arqueólogo iraquiano Muzahim Mahmud e sua equipe, demorou dois anos para ser totalmente desvendado e faz parte do sítio arqueológico de Nínive, que contém 750 hectares e é considerado o maior do Oriente. O sítio foi escavado pela primeira vez em 1845, pelo arqueólogo britânico Henry Austen Layard - trabalho que durou até 1851 e revelou ao mundo esculturas (algumas colossais), baixos relevos e diversos objetos em mármore. Vários deles foram levados para o Museu Britânico de Londres, onde estão até hoje.
Entre as tumbas encontradas por Mahmud e sua equipe está a de Lullissu, rainha de Assur-banipal II, construtor do palácio. Em uma outra tumba, também de uma rainha, está a inscrição que ameaça a quem profanar as tumbas: “que seu espírito vague sedento”. Em somente uma das tumbas foram encontrados aproximadamente 22,5 quilos de ouro e prata em peças diversas.
Há alguns anos, quando Saddam Hussein invadiu o vizinho Kuwait, teve como resposta quase imediata o envolvimento dos Estados Unidos da América no conflito. O tesouro foi então escondido no mais secreto e seguro cofre nos porões do Banco Central iraquiano, mas durante o conflito o local foi inundado por um rompimento de canos de esgoto causado pela destruição de parte do prédio, em conseqüência de um ataque de um míssil estadunidense.
Em 2003, o Iraque foi invadido e ocupado pelo exército dos EUA. Dizem os especialistas que milhares de objetos foram roubados durante o processo de ocupação e até hoje estão desaparecidos. Era grande a preocupação sobre o paradeiro do tesouro de Nimrud mas, pouco tempo depois do estabelecimento das forças de ocupação americanas, arqueólogos iraquianos e funcionários do Museu de Bagdá, assistidos por representantes da revista National Geographic e por membros do governo e do exército dos EUA, retiraram dois milhões de litros de água do cofre e encontraram as peças do tesouro dentro de várias caixas de metal fechadas com cadeados. A água infiltrou-se em algumas caixas, mas nada que tenha deteriorado efetivamente o conteúdo das mesmas. Ao serem abertas, revelaram as magníficas peças do tesouro da realeza assíria. Retiradas, as peças foram devidamente limpas e voltaram a integrar o acervo do Museu de Bagdá, pertencente ao povo iraquiano.
O tesouro de Nimrud é comparado em esplendor ao do faraó Tutankhamon. |
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Referências Bibliográficas |
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| Salmanassar I |
1275 - 1247 a.e.c. |
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Depois, em 1270 a.e.c. cumpre sua vingança contra as hititas com uma incursão em profundidade no território deles, arrasando a santuário de Arinna. Hattusili III, como resposta, tece uma tênue rede de alianças anti-assíria com o rei de Babel, Cadachman-turgu, com o rei mitânico, Chuttarna III e com os akhlamu. Assim, q... |
| Assur-nazirpal II |
884 - 859 a.e.c. |
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“Assur-nazirpal (...) o grande rei que submeteu a seus pés todos os países que além do Tigre chegam ao Monte Líbano a ao grande Mar Superior, que submeteu o país de Laqui em toda sua extensão, o país do Sukhi até a cidade do Rapicu; a sua mão conquistou desde a nascente do rio Subnat até Urartu; do país dos passos mont... |
| Salmanassar III |
859 - 824 a.e.c. |
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O filho de Assur-nazirpal, Salmanassar III (Chulmânu-acharêdu) — apesar de não termos noticias do um Salmanassar II — foi um guerreiro incansável, que em trinta anos conduziu mais campanhas que qualquer antepassado ou sucessor, e em todas as direções. Nem sempre teve sucesso: apesar de seus relatos serem regularmente t... |
| Shamshi-adad V |
810 - 824 a.e.c. |
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Quando Assur-danin-apli se rebelou, o pai lhe contrapôs o Segundo-gênito Shamshi-adad, nomeando-o oficialmente herdeiro do trono. O primogênito não pestanejou, mas Shamshi-adad, para maior segurança, refugiou-se em Babel, hóspede do rei Marduk-zaquir-chumi; este, de momento, achou mais sábio não intrometer-se naquela s... |
| Semí-ramis |
809 - 806 a.e.c. |
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Shamshi-adad III revelara-se personalidade enérgica e brilhante condutor de suas expedições, do Cáspio ao Golfo Pérsico. Mas a morte o colhe muito jovem. De fato, deixou o trono a um menino, Adad-nirari III (ou Ramman-nirari). A regência é assumida pela mãe, a rainha Sam-muramat, muito mais conhecida com o nome que lhe... |
| Adad-nirari III |
806 - 782 a.e.c. |
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Em 8O6 a.e.c., Adad-nirari III atinge a maioridade, fixada então em 15 anos; Sammuramat retira-se em segundo plano, mas fica ao lado do Jovem rei como preciosa conselheira. A hipótese de sua origem babilônia é agora valorizada pela imprevista aparição, na Assiría, do culto do deus Nabu (ou Nebo) filho de Marduk, e deus... |
| Salmanassar IV |
782-772 a.e.c. |
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Deste rei, e de seus dois sucessores imediatos, não nos chegaram inscrições. De resto, não parece que tiveram muitos motivos para gabarem-se de empresas sensacionais. Adad-nirari III permitira um notável fortalecimento dos inimigos externos, e em conseqüência, um certo enfraquecimento do poder assírio. Salmanassar IV p... |
| Assur-dan III |
772 - 754 a.e.c. |
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O enfraquecimento do império se acentua ainda mais no tempo deste soberano, cujo reino foi obscurecido por graves acontecimentos. Um sinal de alarme é notado numa inscrição do general Chamchinilu, governador assírio do Til-Barsip (ou Car-Salmanassar), o qual se gloria de ter conseguido um sucesso militar consistente em... |
| Assur-nirari V |
754 - 746 a.e.c. |
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Para frustrar quaisquer veleidades de escolha às cidades sírias, assim que Assur-nirari V subiu ao trono, investiu contra a cidade de Arpad e a obrigou a reiterar o juramento do fidelidade total, exclusiva e perene à Assíria. Nas cláusulas do Diktat são especificadas as penalidades por eventuais inadimplências: Os cida... |
| Tiglath-pileser III |
746 - 727 a.e.c. |
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A inércia mais ou menos forçada do Assur-nirari causou por vários anos uma quase total inatividade do exército. Os “turtânu”, para os quais as botins do guerra representavam a maior parte do seus vencimentos, mordiam o freio. E os “coronéis” desocupados se punham a serviço dos governadores, agora autônomos e poderosos,... |
| Salmanassar V |
727 - 722 a.e.c. |
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Mas, aí, encontra uma situação alarmante: as “reformas estruturais” operadas vinte anos antes por Teglatfalassar estabeleciam, entre outras coisas, que os cidadãos de Assur pagassem as taxas e prestassem o serviço militar como todos. Isto criara uma massa de descontentes, manobrada por governadores insubordinados pront... |
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Não existem cadastros.
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| Acádia |
| Mesopotâmia |
| Data de Fundação: 2430 a.e.c. |
| Os mais eminentes reis de Acádia foram figuras de lendário renome que assumiram uma importância paradigmática como singularmente vitoriosos ou calamitosos. A literatura cuneiforme sobre Acádia e seus reis é um notável exemplo de reflexividade histórica e... |
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| Assur |
| Mesopotâmia |
| Data de Fundação: 3000 a.e.c. |
| A cidade de Assur foi construída sobre um penhasco de rocha calcária que forçou a veloz correnteza do Tigre a descrever uma curva abrupta. A principal corrente juntou-se também na antiguidade um afluente, de modo que foi criada uma ilha de formato oval... |
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| Haleb |
| Síria |
| Data de Fundação: 5000 a,e,c, |
| Por séculos Alepo foi a maior cidade da Grande Síria, e a terceira do Império Otomano, depois apenas de Constantinopla e do Cairo. Embora esteja relativamente perto de Damasco em termos de distância, Alepo é diferente em sua identidade, arquitetura e cultura, todas marcadas por um contexto histórico-geográfico distinto.O fato da cidade moderna ocupar o local da antiga fez com q... |
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| Karkemish |
| Síria |
| Data de Fundação: 3000 a.e.c. |
| Karkemish esteve povoada a partir do neolítico, convertendo-se logo num importante centro mercantil, mencionado já no terceiro milênio antes da era cristã. Teve tratos comerciais com Ugarit, Mitanni e Ebla, entre outros. Sem embargo, com o crescente poder de Mitanni, parece que a cidade pôde converter-se em vassalo deste império; assim, quando Egito invade o Mitanni, o faraó Tu... |
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| Lagash |
| Mesopotâmia |
| Data de Fundação: 2600 a.e.c. |
| Eannatum, filho ou sobrinho de Ur-Nanche prosseguiu a sua política; mas foi mais longe. A ele de fato se refere o primeiro documento propriamente histórico de que dispomos. Neste, ao invés apenas de templos e canais, se fala principalmente de política, e... |
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| Larsa |
| Mesopotâmia |
| Data de Fundação: 2025 a.e.c. |
| Daducha se fez conhecido por algumas interessantes leis por ele emanadas: a tentativa de furto, se perpetrada à noite, era punida com a morte; se ocorrida de dia, era punida com 10 siclos de prata. Com a morte, se punia também o estupro. Quanto à economia... |
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| Nimrud |
| Mesopotâmia |
| Data de Fundação: 1260 a.e.c. |
| As escavações de Mallowan revelaram baixos-relevos, jóias, e esculturas notáveis. Uma estátua de Assur-nasirpal II foi encontrada em um estado excelente de preservação: leões-homens colossais que guardam a entrada do palácio. O grande número de inscrições... |
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| Nínive |
| Mesopotâmia |
| Data de Fundação: 6000 a.e.c. |
| As explorações do passado e os esforços de historiadores e epigrafistas permitiram-nos um vislumbre de Nínive. Assim, conhecemos sua história relativamente bem para o curto espaço de tempo em que era a capital de um império mundial; ou seja, por menos de... |
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| Nippur |
| Mesopotâmia |
| Data de Fundação: 5000 a.e.c. |
| Os mais antigos níveis de ocupação apenas são conhecidos através de sondagens profundas e de cacos de cerâmica descartados que ficaram incrustados em comodas subseqüentes, mas eles provam que o lugar foi habitado desde o período Ubaid (5OOO a.e.c.). Não... |
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| Quich |
| Mesopotâmia |
| Data de Fundação: 3000 a.e.c. |
| Era a casa do deus Enlil, e tinha a similitude de uma “capital federal” que acolhia delegados de todas as cidades para a eleição do “lugal”, em época de guerra. As cidades em geral tinham um deus protetor. Em Quich era Zababa ou Ninurta, o deus da guerra.... |
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| Sippar |
| Mesopotâmia |
| Data de Fundação: 5000 a.e.c. |
| O templo e a cidade renasceram, como as plaquetas claramente mostram. Estas ocupam-se sobretudo das fazendas do santuário de Ebabar, onde, como em eras anteriores, eram cultivados o trigo e a cevada, embora bosquetes de tamareiras fossem também plantados... |
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| Tiro |
| Canaã |
| Data de Fundação: 2750 a.e.c |
| A fundação de Tiro está cercada de relatos lendários. Heródoto, entretanto, dá-nos uma noticia bastante esclarecedora: tendo visitado Tiro, ouviu dos sacerdotes de um santuário do Melkart (chamado Héracles pelo historiador grego) que o dito santuário remontava à época da fundação da cidade e que esta fora fundada havia dois mil e trezentos anos. Admitindo-se o ano 450, como dat... |
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| Ur |
| Mesopotâmia |
| Data de Fundação: 2700 a.e.c. |
| Ur, a semelhança de Uruk e Eridu, teve suas origens no Período Ubaid, logo no começo dos assentamentos permanentes na baixa Mesopotâmia. Era também um importante centro cerimonial e religioso, e durante os períodos historicamente documentados alojou, sem... |
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| wallace |
muito legal o site aprendi muita coisa |
| rj |
| Postado em: |
| 22/05/2010 - 21:44h |
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| Shanara Peixoto (Historiadora) |
Ótimo site...Ajudou muito para me fazer um seminário da exuberante cidade antiga de Nínive! |
| Campo Alegre de Goiás - GO |
| Postado em: |
| 18/05/2010 - 12:43h |
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| Jorge Eduardo, Dr. |
Parabens . Esse site é excelente. Jorge Eduardo |
| São Paulo |
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| 05/03/2010 - 16:29h |
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| Maria Lemos |
Os assírios foram um povo bárbaro. |
| São J. Rio Preto - SP |
| Postado em: |
| 16/01/2010 - 17:18h |
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| Paulo José |
A ferocidade Assíria provinha do culto do seu deus saguinário Assu. Exemplo clássico de como a religião influência a cultura de um povo. |
| Anápolis - GO |
| Postado em: |
| 16/01/2010 - 17:11h |
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