| 1815 - 1782 a.e.c. |
| Shamshi-Adad I |
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| Periodo Assírio Antigo |
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| Sede de Governo: |
| Assur |
| Antecessor: |
| Erichum II 1820-1815 a.e.c. |
| Sucessor: |
| Ichme-Dagan 1782-1742 |
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Shamshi-Adad, poupado à carnificina de Terca, com um punhado de valorosos, refugiou-se em Ecallatum, à espera de um momento que lhe fosse favorável. Quando se apresentou a ocasião, “Shamshi-Adad, filho de Ilacabcabu, no tempo de Naram-Sin de Echunna (...) avançou, livrou-se de Erichum e subiu ele mesmo ao trono. Mas o reino de Assur, em dificuldades, não podia garantir-lhe um suficiente poderia financeiro, e pensou em apossar-se também de Mari.
Na rebelião palaciana contra Iakhdun-Lim, percebem-se claramente as suas súbdolas manobras. De fato, Shamshi-Adad não deixa escapar a oportunidade, e cai sobre Mari. Passa ao fim da espada todos os príncipes, salvo o afortunado Zimri-Lim; faz prisioneiras as princesas, que leva para Assur, confiando-as ao mestre de música, para que aprendam a cantar e tocar. Apossa-se do país e nomeia vice-rei de Mari seu segundogênito, Iachmakh-Abad.
Existe uma intensa correspondência entre o ativíssimo Shamshi-Adad e o jovem filho, que considerava seu encargo como uma agradável sinecura. E o pai não pouca suas críticas. Leiamos algumas dessas cartas:
“A propósito do meu enviado de Dilmun, escreveste-me que entrou na casa de um mercador para roubar e que , descoberto, foi surrado, e por isto não pudeste enviar-mo. Está bem que o açoites, mas não poderá cavalgar um anos? Já te mandei enviar-mo há vinte dias! Quanto ao cobre, está bem; a caravana o trará aqui em etapas de 10 ou 20 horas duplas (...) mas primeiro devem separá-lo acuradamente da escória, lavá-lo, dividi-lo e prover à relação. E mais uma coisa: há um carregamento de sésamo atrasado; organiza imediatamente os asnos para o transporte”.
E mais:
“No que concerne às barcas, faz construir 60: coloco à tua disposição o meu armador Silliea, mas apressa-te, não se pode ser assim tão negligente! O Ano Novo está perto, e logo os hóspedes de Echunna. Manda-me logo os teus carros e parelhas, com todos os ornatos em ordem. Depois da festa, os devolverei, mas apressa-te!”.
Logo depois, reforça a dose:
“Quanto a ti, até quando devo suportar-te como um enfatuado? Quando aprenderás por fim a dirigir a tua casa? Não vês teu irmão, que já comanda os exércitos? Ele já matou um chefe inimigo, enquanto tu estás sempre entre as mulheres” (...) já é hora que tu também faças um nome como o do teu irmão Ichme-Dagan”.
Na correspondência com o primogênito, que residia em Ecallatum, o tom muda totalmente:
“Escreveste-me dizendo ter conquistado Tillabnim e ter poupado seus habitantes. Bravo, tua decisão vale um talento de ouro!”
Não devemos nos iludir com a magnanimidade de Shamshi-Adad; eis uma outra carta:
“Procura os filhos de Uilanum que se encontram contigo, que te ordenei os mantivesse como reféns em vista de uma possível aliança com Uilanum. A aliança é impossível, mata-os todos na mesma noite; nada de honras militares e cerimônias; prepara as tumbas e os enterra”.
Para Shamshi-Adad, Mari representava uma janela aberta para o mundo. Dado Echunna e Larsa eram demasiado fortes, e daquele lado a expansão não era possível, o rei se lançou para o oeste e ali encontrou caminho desimpedido e estendeu uma fina rede de alianças com as cidades tradicionalmente ligadas a Mari por diversos interesses: Carchemish, Harran, Halab (Alepo), Hama (Hamath). Com o rei de Catna se aparentou, obtendo a mão de sua filha para Iachmakh-Adad.
Em seu império, porém, não devia ter muitos amigos, porque procurou cativar as simpatias dos súditos erigindo em Assur um grande templo a Enlil. Mas, por via das dúvidas, fez construir a própria capital perto de Nisibin.
Garantiu para si o título de “Rei do Mundo”, visando igualar a fama de Sargão, o Grande ou de Naram-Sin. Teria tido também as qualidades para ter sucesso com isto, se não lhe faltasse a têmpera do conquistador. Foi antes um grande organizador e hábil diplomata e, eventualmente, bom militar. Suas batalhas foram diretas sobretudo contra os montanheses, particularmente contras as perigosas tribos dos Turuquis. Os seus dotes diplomáticos lhe foram úteis no que concernia às hostis e numerosas tribos da estirpe de Bem-Iamin (ou “Filhos do Sul”), que tinham o seu centro na região de Harran: à mínima afronta, punham-se sob as bandeiras do inimigo, qualquer que fosse.
Notável legislador, introduz um novo tipo de arado que se mostrou de grande utilidade para o incremento das colheitas. Depois, tento necessidade de bons artesãos, que eram muito raros, proibiu-lhes abandonar o país, mas, entrementes, fez que fossem muito bem pagos.
Morreu doente, depois de mais de trinta anos de reinado, em 1783 a.e.c. Quem mais se sentiu aliviado com isso foi Echunna, que refez o próprio calendário, fazendo-o começar com o “Ano em que morreu Shamshi-Adad”. Em compensação, para celebrar sua grandeza, serão os futuros reis da Assíria os quais, se bem que ele tivesse sito um estrangeiro, o consideraram sempre seu antepassado, e fundador do poderio de Assur. |
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Referências Bibliográficas |
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ARBORIO, A. M. Federico. Dos sumérios a babel - a Mesopotâmia: São Paulo, Hemus, 2004. |
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| Shamshi-Adad I |
| 1815 - 1782 a.e.c. | Sede de Governo: Assur |
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| Shamshi-Adad, poupado à carnificina de Terca, com um punhado de valorosos, refugiou-se em Ecallatum, à espera de um momento que lhe fosse favorável. Quando se apresentou a ocasião, “Shamshi-Adad, filho de Ilacabcabu, no tempo de Naram-Sin de Echunna (...) avançou, livrou-se de Erichum e subiu ele mesmo ao trono. Mas o ... |
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| Assur-uballit I |
| 1366 - 1330 a.e.c. | Sede de Governo: Assur |
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| Enquanto procura sólidas bases financeiras com frutíferas correrias naquilo que resta do reino mitânico, derrota os turuquis e, de vitória em vitória, chega a Urartu. A esta altura proclama-se oficialmente “Rei de Assur” e chama o seu próprio reino “Assíria”, deixando o velho nome de Subartu só para os territórios das ... |
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| Enlil-nirari I |
| 1330 - 1320 a.e.c. | Sede de Governo: Assur |
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| Com a morte de seu protetor, Curigalzu II quer dar conteúdo concreto ao próprio título de “Rei do Mundo” e, considerando-se forte o bastante, pede peremptoriamente ao sucessor de Assur-uballit, Enlil-nirari, a restituição de todas aquelas regiões de território limítrofe que Carakhardach deveria ceder à Assíria. Enlil-n... |
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| Aracdenilu |
| 1320 - 1308 a.e.c. | Sede de Governo: Assur |
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| O trono cassita, a esta altura, não causava mais preocupações ao sucessor do Enlil-nirari, Aricdenilu, e este dedicou-se a salvaguardar a Assíria em suas fronteiras setentrionais. Batidos os turuquis, procede rumo nordeste, em Urartu, onde desmantela uma coalizão do cidades que tinham fundado um estado de nome Cutmukh.... |
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| Adad-nirari I |
| 1308 - 1276 a.e.c. | Sede de Governo: Assur |
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| Babel permanecia na sombra, até que o sucessor de Curigalzu II, Nasi-Maruttach (1318-1292 a.e.c.), homem bastante culto e enérgico, considera oportuno estender os próprios domínios do “Rei do Mundo”. Evitou cuidadosamente provocar a Assíria e dirigiu-se para o Oriente, onde, com uma serie de campanhas vitoriosas, penet... |
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| Salmanassar I |
| 1275 - 1247 a.e.c. | Sede de Governo: Nimrud |
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| Depois, em 1270 a.e.c. cumpre sua vingança contra as hititas com uma incursão em profundidade no território deles, arrasando a santuário de Arinna. Hattusili III, como resposta, tece uma tênue rede de alianças anti-assíria com o rei de Babel, Cadachman-turgu, com o rei mitânico, Chuttarna III e com os akhlamu. Assim, q... |
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| Tukulti-ninurta I |
| 1246 - 1209 a.e.c. | Sede de Governo: Assur |
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| Em 1246 a.C. sobe ao trono de Assur um personagem enigmático, glorioso e trágico, Tukulti-Ninurta. Expedito, começou o reinado infligindo uma severa lição aos montanheses do Zagros que, havia pouco, tomaram a liberdade de ir saquear a planície tirando proveito de qualquer ocasião que se apresentasse, e a última ocasião... |
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| Tiglath-pilesser I |
| 1117 - 1078 a.e.c. | Sede de Governo: Assur |
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| Tukulti-apal-Echana, poderoso Rei do Mundo, que não tem iguais, Rei das Quatro Partes do Mundo, Rei de todos os príncipes; Senhor dos Senhores, Condutor dos exércitos, Rei dos Reis, Excelso Sacerdote (...) que ocupa longínquas regiões além dos confins no setentrião e no meridião (...) que se precipita sobre o inimigo c... |
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| Adad-nirari II |
| 912 - 891 a.e.c. | Sede de Governo: Assur |
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| Em primeiro lugar entrou à força “na região do Melidu” (atual Malatya, no curso superior do Eufrates) e devastou-a. Depois, passou ao Zagros, combatendo valorosamente seus montanheses e prosseguiu para o sul, onde a barrar-lhe os passos encontrou o rei da... |
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| Tukulti-ninurta II |
| 891 - 884 a.e.c. | Sede de Governo: Assur |
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| O filho de Adad-nirari II, Tukulti-Ninurta II, morreu jovem e reinou durante seis ou sete anos, mas o fez intensamente: a cada ano, uma guerra. Seu bisneto Salmanassar III afirmará que “Tukulti-Ninurta desbaratou todos os seus inimigos e os abateu como um furacão”. As campanhas deste soberano foram dirigidas sobretudo ... |
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| Assur-nazirpal II |
| 884 - 859 a.e.c. | Sede de Governo: Nimrud |
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| “Assur-nazirpal (...) o grande rei que submeteu a seus pés todos os países que além do Tigre chegam ao Monte Líbano a ao grande Mar Superior, que submeteu o país de Laqui em toda sua extensão, o país do Sukhi até a cidade do Rapicu; a sua mão conquistou desde a nascente do rio Subnat até Urartu; do país dos passos mont... |
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| Salmanassar III |
| 859 - 824 a.e.c. | Sede de Governo: Nimrud |
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| O filho de Assur-nazirpal, Salmanassar III (Chulmânu-acharêdu) — apesar de não termos noticias do um Salmanassar II — foi um guerreiro incansável, que em trinta anos conduziu mais campanhas que qualquer antepassado ou sucessor, e em todas as direções. Nem sempre teve sucesso: apesar de seus relatos serem regularmente t... |
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| Shamshi-adad V |
| 810 - 824 a.e.c. | Sede de Governo: Nimrud |
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| Quando Assur-danin-apli se rebelou, o pai lhe contrapôs o Segundo-gênito Shamshi-adad, nomeando-o oficialmente herdeiro do trono. O primogênito não pestanejou, mas Shamshi-adad, para maior segurança, refugiou-se em Babel, hóspede do rei Marduk-zaquir-chumi; este, de momento, achou mais sábio não intrometer-se naquela s... |
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| Semí-ramis |
| 809 - 806 a.e.c. | Sede de Governo: Nimrud |
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| Shamshi-adad III revelara-se personalidade enérgica e brilhante condutor de suas expedições, do Cáspio ao Golfo Pérsico. Mas a morte o colhe muito jovem. De fato, deixou o trono a um menino, Adad-nirari III (ou Ramman-nirari). A regência é assumida pela mãe, a rainha Sam-muramat, muito mais conhecida com o nome que lhe... |
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| Adad-nirari III |
| 806 - 782 a.e.c. | Sede de Governo: Nimrud |
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| Em 8O6 a.e.c., Adad-nirari III atinge a maioridade, fixada então em 15 anos; Sammuramat retira-se em segundo plano, mas fica ao lado do Jovem rei como preciosa conselheira. A hipótese de sua origem babilônia é agora valorizada pela imprevista aparição, na Assiría, do culto do deus Nabu (ou Nebo) filho de Marduk, e deus... |
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| Salmanassar IV |
| 782-772 a.e.c. | Sede de Governo: Nimrud |
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| Deste rei, e de seus dois sucessores imediatos, não nos chegaram inscrições. De resto, não parece que tiveram muitos motivos para gabarem-se de empresas sensacionais. Adad-nirari III permitira um notável fortalecimento dos inimigos externos, e em conseqüência, um certo enfraquecimento do poder assírio. Salmanassar IV p... |
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| Assur-dan III |
| 772 - 754 a.e.c. | Sede de Governo: Nimrud |
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| O enfraquecimento do império se acentua ainda mais no tempo deste soberano, cujo reino foi obscurecido por graves acontecimentos. Um sinal de alarme é notado numa inscrição do general Chamchinilu, governador assírio do Til-Barsip (ou Car-Salmanassar), o qual se gloria de ter conseguido um sucesso militar consistente em... |
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| Assur-nirari V |
| 754 - 746 a.e.c. | Sede de Governo: Nimrud |
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| Para frustrar quaisquer veleidades de escolha às cidades sírias, assim que Assur-nirari V subiu ao trono, investiu contra a cidade de Arpad e a obrigou a reiterar o juramento do fidelidade total, exclusiva e perene à Assíria. Nas cláusulas do Diktat são especificadas as penalidades por eventuais inadimplências: Os cida... |
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| Tiglath-pileser III |
| 746 - 727 a.e.c. | Sede de Governo: Nimrud |
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| A inércia mais ou menos forçada do Assur-nirari causou por vários anos uma quase total inatividade do exército. Os “turtânu”, para os quais as botins do guerra representavam a maior parte do seus vencimentos, mordiam o freio. E os “coronéis” desocupados se punham a serviço dos governadores, agora autônomos e poderosos,... |
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| Salmanassar V |
| 727 - 722 a.e.c. | Sede de Governo: Nimrud |
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| Mas, aí, encontra uma situação alarmante: as “reformas estruturais” operadas vinte anos antes por Teglatfalassar estabeleciam, entre outras coisas, que os cidadãos de Assur pagassem as taxas e prestassem o serviço militar como todos. Isto criara uma massa de descontentes, manobrada por governadores insubordinados pront... |
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| Sargão II |
| 722 - 705 a.e.c. | Sede de Governo: Dur-Sharrukan |
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| Nas suas inscrições, ele se gaba de ser um rebento da antiga dinastia, e uma só vez se proclama filho de Teglatfalassar. Na Crônica Babilônia, a sua origem é dada como “de Khabigal” mas não sabemos se com este nome se quer indicar uma cidade ou um indivíduo. Provavelmente se chamava Irba ou Iriba; talvez fosse oriundo ... |
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| Sennakerib |
| 705 - 681 a.e.c. | Sede de Governo: Nínive |
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| Não sabemos se o nome do novo rei Sin-akhê-eriba, isto é, “Sin me fez suceder em lugar dos irmãos”, indicasse simplesmente que estes teriam morrido antes dele ou fosse o sinal de uma luta pela sucessão sobre a qual se fazem conjeturas só com base no fato de que Sin-akhê-eriba (Sennakerib, segundo a transcrição greco-la... |
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| Assarhaddon |
| 681 - 669 a.e.c. | Sede de Governo: Nínive |
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| Para evitar qualquer equivoco, em 761 a.e.c. Sennakerib quer sancionar oficialmente a própria escolha, e reunido a Conselho de Estado e todos os príncipes do império, impõe-lhes com rito solene a juramento de fidelidade ao futuro rei Assarhaddon, prometendo que as perjuros seriam perseguidos por uma longa série de cast... |
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| Assurbanipal II |
| 669 - 627 a.e.c. | Sede de Governo: Nínive |
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| Em seus relatos sobre a campanha do Elam, Assurbanipal não menciona nunca o irmão, Shamash-Shumukin, nem o apoio que é lógico supor que este tivesse oferecido naquela ocasião. Ao contrário, nas inscrições daquela época afirma te cumulado o “Rei de Babel” e seus súditos com presentes e infinitos benefícios. Todavia decl... |
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muito legal o site aprendi muita coisa |
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22/05/2010 - 21:44h |
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| Shanara Peixoto (Historiadora) |
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| São Paulo |
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05/03/2010 - 16:29h |
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| Maria Lemos |
Os assírios foram um povo bárbaro. |
| São J. Rio Preto - SP |
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16/01/2010 - 17:18h |
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| Paulo José |
A ferocidade Assíria provinha do culto do seu deus saguinário Assu. Exemplo clássico de como a religião influência a cultura de um povo. |
| Anápolis - GO |
| Postado em: |
16/01/2010 - 17:11h |
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