| 810 - 824 a.e.c. |
| Shamshi-adad V |
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| Período Neo-Assírio |
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| Sede de Governo: |
| Nimrud |
| Antecessor: |
| Salmanassar III 859-824 a.e.c. |
| Sucessor: |
| Semí-ramis 809-806 a.e.c. |
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Quando Assur-danin-apli se rebelou, o pai lhe contrapôs o Segundo-gênito Shamshi-adad, nomeando-o oficialmente herdeiro do trono. O primogênito não pestanejou, mas Shamshi-adad, para maior segurança, refugiou-se em Babel, hóspede do rei Marduk-zaquir-chumi; este, de momento, achou mais sábio não intrometer-se naquela situação perigosa, garantindo, porém, ao ilustre hóspede todo apoio futuro, em troca do uma contrapartida consistente. Deste documento, que seria muito interessante conhecer, só restam fragmentos legíveis. O que sabemos é que Shamshi-adad, certamente com a ajuda de Babel, um par de anos depois da morte de Salmanassar, consegue retomar o trono:
“Quando Assur-danin-apli, no tempo de Chulman-Acharedu, seu pai, promoveu a revolta (...), submeti 27 cidades com as suas fortalezas que tinham desertado Chulman-Acharedu, o rei, meu pai, e eram partidários do Assur-danin-apli, e isto pela vontade dos deuses, meus Senhores”.
Assinalamos aqui, como a política das deportações em massa estava dando seus frutos: pelo que sabemos, nenhuma cidade, ao menos na parte ocidental do império, teve a idéia do tirar proveito da magnífica ocasião desta guerra civil para retomar a liberdade. Damasco tirou vantagem, pois mais livre que nunca, completa a submissão de Israel e Judá.
Shamshi-adad logo pôde concentrar a atenção no Oriente, como demonstrou as três campanhas que conduziu “na terra do Nairi”. Na terceira, vai bem além, penetra “na terra dos Matei” (Media) e chega quase ao Mar Cáspio, de onde traz um gigantesco butim. Estas expedições evitam propositadamente o forte reino de Biaina — cujo trono era ocupado por Ichpuinis, filho do Sardur — mas pretendem apenas ratificar o domínio assírio sobre os territórios limítrofes, para deter seus impulsos expansionistas.
Por volta do décimo ano, as relações com Babel se deterioram. Pode-se supor que Marduk-balassu-ikbi, o soberano do momento, interpretando livremente os acordos redigidos por seu predecessor em troca do apoio ao rei assírio, pretendia agora favores não previstos nas cláusulas, ou que de imediato o resgatasse. A esta altura, Shamshi-adad lhe declara guerra:
“Desce ao longo do Tigre, vadeia o Pequeno Zab, supera “as gargantas dos montes” onde mata ‘três fortes leões’, destrói e conquista ‘3OOO povoados’. ‘Os povos de Acádia, temendo o esplendor de minhas armas poderosas, não ousando medir-se comigo em batalha, refugiaram-se na fortaleza de Dur-Papsucal, situada em meio a correnteza do rio(...)”.
“Conquistei esta fortaleza, abati 13OOO de seus guerreiros, verti o seu sangue como se fosse água, amontoei um grande número de cadáveres de seus soldados, conduzi 3OOO prisioneiros e levei os tesouros do seu palácio (...). Destruí e incendiei esta fortaleza (....). Marduk-balassu-ikbi, confiando na multidão de suas fileiras, chamou as armas os países de Caldu, Elam, Nairi, Aram (as arameus estabelecidos na Babilônia). Ele veio ao meu encontro, entrincheirou-se sobre a rio Taban, diante da cidade do Dur-Papsucal. Combati contra ele e lhe infligi grave derrota”.
Seguem-se os dados: 5OOO mortos, 2OOO prisioneiros. No botim:
1OO carros, 2OO cavalos, a tenda e o leito de campanha do rei da Babilônia.
Mas, não obstante o triunfo inicial, Shamshi-adad se encontrou perante uma estrênua defesa e não pôde abatê-la senão dois ou três anos depois. A derrota decisiva coube ao novo rei Bau-akhe-iddin que foi capturado e conduzido prisioneiro a Assur “com todos os seus haveres e os tesouros do seu palácio”.
Ao entrar em Babel, Shamshi-adad prosseguiu a marcha rumo sul, na “terra do Caldu”, onde submeteu a tributo os jovens pequenos estados aramaicos do Golfo Pérsico. Impõe depois a Bau-akhe-iddin novas condições e fronteiras, e volta para casa deixando à Babilônia sua independência. |
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Referências Bibliográficas |
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ARBORIO, A. M. Federico. Dos sumérios a babel - a Mesopotâmia: São Paulo, Hemus, 2004. |
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| Shamshi-Adad I |
| 1815 - 1782 a.e.c. | Sede de Governo: Assur |
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| Shamshi-Adad, poupado à carnificina de Terca, com um punhado de valorosos, refugiou-se em Ecallatum, à espera de um momento que lhe fosse favorável. Quando se apresentou a ocasião, “Shamshi-Adad, filho de Ilacabcabu, no tempo de Naram-Sin de Echunna (...) avançou, livrou-se de Erichum e subiu ele mesmo ao trono. Mas o ... |
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| Assur-uballit I |
| 1366 - 1330 a.e.c. | Sede de Governo: Assur |
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| Enquanto procura sólidas bases financeiras com frutíferas correrias naquilo que resta do reino mitânico, derrota os turuquis e, de vitória em vitória, chega a Urartu. A esta altura proclama-se oficialmente “Rei de Assur” e chama o seu próprio reino “Assíria”, deixando o velho nome de Subartu só para os territórios das ... |
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| Enlil-nirari I |
| 1330 - 1320 a.e.c. | Sede de Governo: Assur |
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| Com a morte de seu protetor, Curigalzu II quer dar conteúdo concreto ao próprio título de “Rei do Mundo” e, considerando-se forte o bastante, pede peremptoriamente ao sucessor de Assur-uballit, Enlil-nirari, a restituição de todas aquelas regiões de território limítrofe que Carakhardach deveria ceder à Assíria. Enlil-n... |
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| Aracdenilu |
| 1320 - 1308 a.e.c. | Sede de Governo: Assur |
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| O trono cassita, a esta altura, não causava mais preocupações ao sucessor do Enlil-nirari, Aricdenilu, e este dedicou-se a salvaguardar a Assíria em suas fronteiras setentrionais. Batidos os turuquis, procede rumo nordeste, em Urartu, onde desmantela uma coalizão do cidades que tinham fundado um estado de nome Cutmukh.... |
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| Adad-nirari I |
| 1308 - 1276 a.e.c. | Sede de Governo: Assur |
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| Babel permanecia na sombra, até que o sucessor de Curigalzu II, Nasi-Maruttach (1318-1292 a.e.c.), homem bastante culto e enérgico, considera oportuno estender os próprios domínios do “Rei do Mundo”. Evitou cuidadosamente provocar a Assíria e dirigiu-se para o Oriente, onde, com uma serie de campanhas vitoriosas, penet... |
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| Salmanassar I |
| 1275 - 1247 a.e.c. | Sede de Governo: Nimrud |
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| Depois, em 1270 a.e.c. cumpre sua vingança contra as hititas com uma incursão em profundidade no território deles, arrasando a santuário de Arinna. Hattusili III, como resposta, tece uma tênue rede de alianças anti-assíria com o rei de Babel, Cadachman-turgu, com o rei mitânico, Chuttarna III e com os akhlamu. Assim, q... |
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| Tukulti-ninurta I |
| 1246 - 1209 a.e.c. | Sede de Governo: Assur |
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| Em 1246 a.C. sobe ao trono de Assur um personagem enigmático, glorioso e trágico, Tukulti-Ninurta. Expedito, começou o reinado infligindo uma severa lição aos montanheses do Zagros que, havia pouco, tomaram a liberdade de ir saquear a planície tirando proveito de qualquer ocasião que se apresentasse, e a última ocasião... |
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| Tiglath-pilesser I |
| 1117 - 1078 a.e.c. | Sede de Governo: Assur |
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| Tukulti-apal-Echana, poderoso Rei do Mundo, que não tem iguais, Rei das Quatro Partes do Mundo, Rei de todos os príncipes; Senhor dos Senhores, Condutor dos exércitos, Rei dos Reis, Excelso Sacerdote (...) que ocupa longínquas regiões além dos confins no setentrião e no meridião (...) que se precipita sobre o inimigo c... |
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| Adad-nirari II |
| 912 - 891 a.e.c. | Sede de Governo: Assur |
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| Em primeiro lugar entrou à força “na região do Melidu” (atual Malatya, no curso superior do Eufrates) e devastou-a. Depois, passou ao Zagros, combatendo valorosamente seus montanheses e prosseguiu para o sul, onde a barrar-lhe os passos encontrou o rei da... |
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| Tukulti-ninurta II |
| 891 - 884 a.e.c. | Sede de Governo: Assur |
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| O filho de Adad-nirari II, Tukulti-Ninurta II, morreu jovem e reinou durante seis ou sete anos, mas o fez intensamente: a cada ano, uma guerra. Seu bisneto Salmanassar III afirmará que “Tukulti-Ninurta desbaratou todos os seus inimigos e os abateu como um furacão”. As campanhas deste soberano foram dirigidas sobretudo ... |
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| Assur-nazirpal II |
| 884 - 859 a.e.c. | Sede de Governo: Nimrud |
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| “Assur-nazirpal (...) o grande rei que submeteu a seus pés todos os países que além do Tigre chegam ao Monte Líbano a ao grande Mar Superior, que submeteu o país de Laqui em toda sua extensão, o país do Sukhi até a cidade do Rapicu; a sua mão conquistou desde a nascente do rio Subnat até Urartu; do país dos passos mont... |
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| Salmanassar III |
| 859 - 824 a.e.c. | Sede de Governo: Nimrud |
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| O filho de Assur-nazirpal, Salmanassar III (Chulmânu-acharêdu) — apesar de não termos noticias do um Salmanassar II — foi um guerreiro incansável, que em trinta anos conduziu mais campanhas que qualquer antepassado ou sucessor, e em todas as direções. Nem sempre teve sucesso: apesar de seus relatos serem regularmente t... |
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| Shamshi-adad V |
| 810 - 824 a.e.c. | Sede de Governo: Nimrud |
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| Quando Assur-danin-apli se rebelou, o pai lhe contrapôs o Segundo-gênito Shamshi-adad, nomeando-o oficialmente herdeiro do trono. O primogênito não pestanejou, mas Shamshi-adad, para maior segurança, refugiou-se em Babel, hóspede do rei Marduk-zaquir-chumi; este, de momento, achou mais sábio não intrometer-se naquela s... |
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| Semí-ramis |
| 809 - 806 a.e.c. | Sede de Governo: Nimrud |
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| Shamshi-adad III revelara-se personalidade enérgica e brilhante condutor de suas expedições, do Cáspio ao Golfo Pérsico. Mas a morte o colhe muito jovem. De fato, deixou o trono a um menino, Adad-nirari III (ou Ramman-nirari). A regência é assumida pela mãe, a rainha Sam-muramat, muito mais conhecida com o nome que lhe... |
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| Adad-nirari III |
| 806 - 782 a.e.c. | Sede de Governo: Nimrud |
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| Em 8O6 a.e.c., Adad-nirari III atinge a maioridade, fixada então em 15 anos; Sammuramat retira-se em segundo plano, mas fica ao lado do Jovem rei como preciosa conselheira. A hipótese de sua origem babilônia é agora valorizada pela imprevista aparição, na Assiría, do culto do deus Nabu (ou Nebo) filho de Marduk, e deus... |
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| Salmanassar IV |
| 782-772 a.e.c. | Sede de Governo: Nimrud |
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| Deste rei, e de seus dois sucessores imediatos, não nos chegaram inscrições. De resto, não parece que tiveram muitos motivos para gabarem-se de empresas sensacionais. Adad-nirari III permitira um notável fortalecimento dos inimigos externos, e em conseqüência, um certo enfraquecimento do poder assírio. Salmanassar IV p... |
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| Assur-dan III |
| 772 - 754 a.e.c. | Sede de Governo: Nimrud |
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| O enfraquecimento do império se acentua ainda mais no tempo deste soberano, cujo reino foi obscurecido por graves acontecimentos. Um sinal de alarme é notado numa inscrição do general Chamchinilu, governador assírio do Til-Barsip (ou Car-Salmanassar), o qual se gloria de ter conseguido um sucesso militar consistente em... |
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| Assur-nirari V |
| 754 - 746 a.e.c. | Sede de Governo: Nimrud |
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| Para frustrar quaisquer veleidades de escolha às cidades sírias, assim que Assur-nirari V subiu ao trono, investiu contra a cidade de Arpad e a obrigou a reiterar o juramento do fidelidade total, exclusiva e perene à Assíria. Nas cláusulas do Diktat são especificadas as penalidades por eventuais inadimplências: Os cida... |
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| Tiglath-pileser III |
| 746 - 727 a.e.c. | Sede de Governo: Nimrud |
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| A inércia mais ou menos forçada do Assur-nirari causou por vários anos uma quase total inatividade do exército. Os “turtânu”, para os quais as botins do guerra representavam a maior parte do seus vencimentos, mordiam o freio. E os “coronéis” desocupados se punham a serviço dos governadores, agora autônomos e poderosos,... |
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| Salmanassar V |
| 727 - 722 a.e.c. | Sede de Governo: Nimrud |
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| Mas, aí, encontra uma situação alarmante: as “reformas estruturais” operadas vinte anos antes por Teglatfalassar estabeleciam, entre outras coisas, que os cidadãos de Assur pagassem as taxas e prestassem o serviço militar como todos. Isto criara uma massa de descontentes, manobrada por governadores insubordinados pront... |
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| Sargão II |
| 722 - 705 a.e.c. | Sede de Governo: Dur-Sharrukan |
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| Nas suas inscrições, ele se gaba de ser um rebento da antiga dinastia, e uma só vez se proclama filho de Teglatfalassar. Na Crônica Babilônia, a sua origem é dada como “de Khabigal” mas não sabemos se com este nome se quer indicar uma cidade ou um indivíduo. Provavelmente se chamava Irba ou Iriba; talvez fosse oriundo ... |
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| Sennakerib |
| 705 - 681 a.e.c. | Sede de Governo: Nínive |
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| Não sabemos se o nome do novo rei Sin-akhê-eriba, isto é, “Sin me fez suceder em lugar dos irmãos”, indicasse simplesmente que estes teriam morrido antes dele ou fosse o sinal de uma luta pela sucessão sobre a qual se fazem conjeturas só com base no fato de que Sin-akhê-eriba (Sennakerib, segundo a transcrição greco-la... |
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| Assarhaddon |
| 681 - 669 a.e.c. | Sede de Governo: Nínive |
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| Para evitar qualquer equivoco, em 761 a.e.c. Sennakerib quer sancionar oficialmente a própria escolha, e reunido a Conselho de Estado e todos os príncipes do império, impõe-lhes com rito solene a juramento de fidelidade ao futuro rei Assarhaddon, prometendo que as perjuros seriam perseguidos por uma longa série de cast... |
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| Assurbanipal II |
| 669 - 627 a.e.c. | Sede de Governo: Nínive |
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| Em seus relatos sobre a campanha do Elam, Assurbanipal não menciona nunca o irmão, Shamash-Shumukin, nem o apoio que é lógico supor que este tivesse oferecido naquela ocasião. Ao contrário, nas inscrições daquela época afirma te cumulado o “Rei de Babel” e seus súditos com presentes e infinitos benefícios. Todavia decl... |
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22/05/2010 - 21:44h |
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| Shanara Peixoto (Historiadora) |
Ótimo site...Ajudou muito para me fazer um seminário da exuberante cidade antiga de Nínive! |
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18/05/2010 - 12:43h |
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| São Paulo |
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05/03/2010 - 16:29h |
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| Maria Lemos |
Os assírios foram um povo bárbaro. |
| São J. Rio Preto - SP |
| Postado em: |
16/01/2010 - 17:18h |
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| Paulo José |
A ferocidade Assíria provinha do culto do seu deus saguinário Assu. Exemplo clássico de como a religião influência a cultura de um povo. |
| Anápolis - GO |
| Postado em: |
16/01/2010 - 17:11h |
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